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EQUIPE DE EDUCADORES DO INSTITUTO BRINCANTE

Instituto Brincante / 14.12.2012


Adelson Murta formado em Artes Plásticas pela UFMG, desenvolve trabalhos de observação e valorização da cultura da criança. Fez parte da Casa das 5 Pedrinhas, onde desenvolveu, em parceria com a professora Lydia Hortélio, cursos, oficinas, palestras e exposições sobre o brincar em diversos Estados do Brasil e nas cidades de Kassel, Furt e Nuremberg, na Alemanha. Entre 1986 e 2003, viajou pelo interior de Minas Gerais, pesquisando brinquedos e divulgando a cultura infantil. Trabalhou com crianças em escolas formais, alternativas, rurais e especiais; e com meninos de rua, em Belo Horizonte e Salvador. É autor do livro "Barangandão Arco Íris – 36 Brinquedos Inventados por Meninos". 


Alício Amaral é ator-pesquisador, bailarino, músico e arte-educador. Possui formação musical (1996/1999) na Universidade Livre de Música (ULM-SP), onde estudou viola erudita e integrou a Orquestra Sinfônica Juvenil do Estado de São Paulo. Integra a equipe de professores do Instituto Brincante, desde 2005, ministrando cursos de Dança -Teatro e Preparação do Ator. Estudou o trabalho do ator com atores pesquisadores do LUME e do Grupo Via. Rossi de Teatro Contemporâneo, Itália. Estudou Técnicas de Dança Clássica e Contemporânea. Realizou estudo em Biomecânica Teatral no Centro de Biomecânica Teatral – Itália, e estudo teatral com Eugênio Barba e com os atores do Odin Teatret (Holstebro -Dinamarca).  Desenvolve estudos e intercâmbio de pesquisa teatral com o grupo Farm in the Cave e seu diretor Viliam Docolomansky (Praga-República Tcheca), desde 2008.  Pesquisa os toques das rabecas de diferentes estados brasileiros e utilização deste instrumento para a cena. 

 

Alisson Lima é dançarino. Iniciou os estudos em danças brasileiras aos 14 anos, em Recife. Em meados de 2004 ingressou no projeto de formação em dança contemporânea e clássica pelo Grupo Experimental. Fez cursos com renomados profissionais da dança contemporânea como: Monica Lira e Luiz Roberto Silva (Grupo Experimental), Dielson Pessoal (premiado pela critica de São Paulo como melhor bailarino de 2009), Henrique Lima (Balé da Cidade de São Paulo), entre outros. Hoje ministra aulas de danças brasileiras no Instituto Brincante e atua como bailarino na Antonio Nóbrega Cia de dança. Ministrante do curso Frevo e Capoeira

 

Antônio Meira é ator-pesquisador, bailarino e arte-educador. Iniciou sua formação Artística em Itamarandiba - MG, com aulas de técnicas em Teatro e Dança-Criação,  onde estudou as Manifestação Populares do Vale do Jequitinhonha. Formado no curso ”Teatro e Manifestações Populares” na Fundação Clóvis Salgado em Belo Horizonte - MG (2004/2005).  Em São Paulo, no ano de 2006, formou-se em Mediador de Leitura e Contador de Histórias pela Fundação ABRINK. Com a Atriz Ana Paula Gonçalves e o músico Fabio Prior compõe o Grupo “Tricotando Palavras” - premiado Grupo de Contação de História e Teatro na cidade de São Bernardo do Campo. Participou como dançarino do Longa- metragem “Brincante” de Antônio Nóbrega  e direção de Walter Carvalho.  Integra, como ator e dançarino, o elenco do espetáculo “Amado”. 

 

Carla Passos atriz e arte-educadora, formada em Licenciatura em Teatro pela Universidade Estadual Paulista – UNESP.  Após atuar, com a Cia. Arlequins, sob a direção de Sérgio Santiago, nos espetáculos pra Não dizer que Não falei das Flores(2009), e Vem Vento Ventar (2006), fundou, em 2010, com Daura Carmargo, a Cia. Carne de Língua, que une contação de histórias a elementos da linguagem teatral. Desde 2009, aprofunda seus estudos sobre cultura popular no Instituto Brincante, onde atuou como educadora nos cursos "Brincantinho" e "Teatro - Jogos e Criações Teatrais".  Atualmente integra o elenco do espetáculo “Amado”. 

 

Carolina Nóbrega é dançarina e atriz. Bacharel em interpretação teatral pela UNICAMP. Pós graduanda do Sistema Laban-Bartenieff, na Faculdade Angel Vianna de Dança, no Rio de Janeiro. Desenvolve, desde 2005, pesquisas acerca de dramaturgias corporais e intervenções contextuais, tanto em festividades populares em diferentes estados do país, quanto em residências artísticas em espaços urbanos. É integrante e fundadora do Coletivo Cartográfico de dança contemporânea, criado em 2011. Atua como criadora-intérprete do grupo de estudos 16 Mulheres e 1/2, coordenado por Maristela Estrela e do grupo Estudos Práticos da Coordenação Motora, coordenado por Lu Favoret. Contadora de estórias da Cia. Do Gato desde 2010. Integrante e fundadora do Grupo do Trecho de intervenção teatral, desde 2007. 

 

Charles Raszl é violonista, guitarrista, arranjador, compositor, arte-educador, percussionista corporal e diretor musical. Dirigiu espetáculos cênicos musicais como: “Peças e Pessoas” (SESC-SP, 2004), “Tudo na faixa” (SESC-SP, 2005), “Olhos invisíveis” (Lei de Fomento à Dança, 2006), “A Pimenta do Reino” (Instituto Brincante, 2012). Como diretor musical, compôs trilhas originais para diversos espetáculos de dança e teatro, entre eles: “Fuga da Mosca” (PAC-2006), “Bruxa Morgana-Como tudo começou” (2009, com Rosi Campos), “Viva Malasartes” (Lei de Fomento ao Teatro de Rua, 2010), “A chave” (2011), “Aqui não, senhor patrão!” (Lei de Fomento ao Teatro de Rua, 2011), “Taiô!” (Lei de Fomento ao Teatro de Rua, 2012), “A volta ao mundo em 80 dias” (Cia. Articularte) e “Relampião” (PROAC, 2012) . Atualmente é integrante do Barbatuques, da banda CabeZas CorTadas e diretor musical dos grupos de Teatro de Rua Cia. Pavanelli e Cia. Do Miolo. 

 

Claudinho Santana é percussionista e educador. Graduado pela Universidade Federal de Pernambuco, sendo parte dela realizada na West Virginia University, nos Estados Unidos. Em 2010, foi convidado a representar o Brasil num dos maiores festivais de pandeiro, o NAFDA, em Atlanta, passando ainda por mais seis cidades nos Estados Unidos. Claudinho foi integrante do Maracatu Estrela Brilhante e trabalhou com diversos artistas na capital Pernambucana.

 

Cristina Cruz é psicóloga, com especialização em teatro-educação e arte-educação. Eterna aprendiz no mestrado na área de arte-educação. Brincante do Centro de Estudos Casa Redonda, trabalha com crianças do jardim da infância. Atuante na OCA – Associação de Aldeia de Carapicuíba, trabalha com crianças e adolescentes revalorizando a cultura brasileira, na construção de nossa cidadania e identidade cultural.

 

Cristiane Velasco é artista plástica e educadora. Formada em artes plásticas pela FAAP, com especialização em arte-educação pela ECA-USP, trabalha há 12 anos como educadora na Casa Redonda Centro de Estudos. Cursou diversas oficinas no Instituto Brincante. Iniciou-se na arte de contar histórias orientada por Regina Machado e foi integrante da “Cia Palavra Viva: Contadores de Histórias”. Em 1998, criou o projeto “Dançando Histórias”, que, desde então, vem apresentando contos, danças e cantigas tradicionais, para crianças e adultos. Em 2009, estreou o espetáculo “Aguadouro” no Instituto Brincante, com texto de sua autoria e direção de Ricardo Vieira. 

 

Fláira Ferro  é pesquisadora, dançarina, atriz e professora de danças populares do Instituto Brincante (SP). Integra a companhia de dança de Antônio Nóbrega desde 2012 e trabalha na criação de espetáculos de dança que têm como base a dificuldade de traçar identidades puras no mundo contemporâneo. 

Com trajetória ligada a difusão do frevo desde a infância, Flaira é discípula do lendário mestre Nascimento do Passo, pioneiro na criação de um método de ensino para o frevo. Como passista, estudou técnica e improvisação dessa manifestação por oito anos na Escola Municipal de Frevo do Recife. Através do frevo construiu carreira internacional realizando apresentações em festivais, feiras de turismo e circuitos culturais em países como Alemanha, França, Suíça, Inglaterra, Portugal, Argentina, Peru, China, Índia e Estados Unidos.

Fundadora da Cia de Dança Veneza Brasileira (PE) em 2001, deu início a pesquisas nas culturas tradicionais de Pernambuco incursionando pela capoeira, maracatus, caboclinhos, coco e batuques. Neste processo estreou em Recife seu primeiro espetáculo solo “O frevo é teu?” (2011), sob direção de Bella Maia, na programação do 17º Janeiro de Grandes Espetáculos e conquistou o prêmio de melhor bailarina do festival.

Entre interpretação e coreografia, participou de trabalhos de dança que resultaram nos espetáculos “O Avesso do Passo” (2008), direção de Célia Meira, “Pernambuco para você” (2009), no qual assinou coreografia e direção, e “Frever” (2010), dirigido por Maria Paula Costa Rêgo. Atualmente desenvolve a pesquisa O Espaço do Passo em parceria com Valéria Vicente, projeto fomentado pelo edital Funcultura/2012, e integra o Grupo de Percussão do Brincante (GPB).

Flora Barcellos é educadora. Formada em Pedagogia - licenciatura plena - pela Universidade de São Paulo (FEUSP), onde desenvolveu e apresentou no Simpósio Internacional da própria Universidade sua pesquisa sobre O Lugar para os corpos e movimentos das crianças no espaço da educação infantil. Trabalha com formação de professores na área de arte-educação desde 2010, desenvolvendo pesquisa na área de Cultura Popular Brasileira e Cultura da Infância. Ministra oficinas para crianças de 2 a 7 anos no Instituto Brincante desde 2011 e atualmente atua como coordenadora pedagógica e formadora de professores de creche no município de São Paulo.

 

Flora Poppovic é cantora, percussionista e atriz. Foi integrante do grupo de percussão Batuntã por dez anos (1999-2009), realizando diversas apresentações. Participou no CD “Pé com pé” do Palavra Cantada. Integrante do grupo Zabumbal (2001-2003), idealizado e dirigido pelo multi-artista Antonio Nobrega. Participou como cantora do espetáculo “Nove de Frevereiro”, também de Antonio Nobrega, fazendo apresentações pelo nordeste que culminou na gravação do DVD do mesmo. Atualmente, participa da Companhia Giz de Cena de dança para crianças, que realizo, através do fomento municipal à dança, dois espetáculos: “5 Dançadeiras Peiras Meiras Dimofeiras Seracoteiras”  (2007) e “Meio-Dia Panela Vazia” (2010/2011). Nestes espetáculos, além de intérprete criadora, participou também da autoria e dos arranjos da trilha original. Desde 2008, é cantora e percussionista do Pitanga em Pé de Amora, grupo de canções autorais. Integra como cantora e percussionista o elenco do espetáculo "Amado".  

 

Juliana Pardo é atriz - pesquisadora, bailarina e arte-educadora. Formada em dança na Escola Klauss Vianna e em Artes Cênicas na ELT. Realizou estudo do trabalho de ator com atores pesquisadores do LUME (Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais da UNICAMP – Campinas) e do Grupo Via. Rossi de Teatro Contemporâneo, Itália. Estudou Biomecânica Teatral com Gennadi Nikolaevic Bogdanov (Centro de Biomecânica Teatral - Itália), e estudo teatral com Eugênio Barba e com os atores do Odin Teatret (Holstebro -Dinamarca). Desde 2008, realiza estudos e intercâmbio de pesquisa teatral com o grupo Farm in the Cave e seu diretor Viliam Docolomanky (Praga-República Tcheca). Começou como arte -educadora no Curso de Teatro do Colégio Singular em Santo André (1997), desde então trabalhou em diferentes escolas. Integra a equipe de professores no Instituto Brincante, desde 2005, ministrando cursos de Dança-Teatro e Preparação do Ator.

 

Kallu Whitaker é atriz e arte-educadora. Graduada em Licenciatura em Arte-Teatro pelo Instituto de Artes da UNESP. Participa atualmente da Ouroboros Companhia, grupo teatral, com o espetáculo O Chamado da Terra, aprovado pelo PROAC/2011 e do Núcleo Flor do Manacá, grupo de narração de histórias. Ministra oficinas no Instituto Brincante, no curso Brincantinho: Cultura da Infância, para crianças de 2 a 7 anos, desde 2010. e Coordena um dos núcleos de extensão do IAdança do Instituto de Artes da UNESP, o Núcleo Experimental de Poéticas Corporais. Trabalhou em diversos lugares entre eles, do Programa de Iniciação Artística - PIÁ da Prefeitura de São Paulo e como artista-educadora na EMEF Amorim Lima em 2012, pela Associação Morungaba.

 

Léo Gorosito é mestre em percussão pela Yale University. Como membro da Philharmonia Orchestra e do Grupo de Percussão da Yale, se apresentou em diversas oportunidades no Carnegie Hall, em Nova York. Em 2010, criou o “duo pLuRal” ao lado do percussionista Rafael Alberto. Além de interpretar obras do repertório clássico percussivo, o duo também desenvolve um trabalho original de composição, utilizando os mais variados instrumentos de percussão da música brasileira. Atualmente, trabalha na construção da trilha sonora do primeiro espetáculo da Companhia Antônio Nóbrega de Dança; é diretor do Grupo de Percussão do Brincante e diretor musical do espetáculo “Amado”. 

 

Léo Rodrigues é músico. Fez o curso de Percussão Popular na Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Integra o quarteto de choro Gato Preto, o quarteto “Roda de Choro” e o sexteto instrumental Cadeira de Balanço (que lançou em 2012 seu primeiro CD “Bagunça Generalizada). Foi idealizador e percussionista do grupo Gafieira Etc e Tal, que em 2009 se apresentou ao lado de Fabiana Cozza, Dominguinhos, Quinteto Branco e Preto e Wilson das Neves. Desde 2005, acompanha a cantora Dona Inah - cantora ganhadora do Prêmio TIM, que em 2008 gravou seu segundo CD “Olha Quem Chega”. Também acompanha, desde 2007, a cantora Verônica Ferriani, já tendo feito show na Feira do Livro Internacional, em Bogotá, na Colômbia. Desde 2008, acompanha o multi-instrumentista Antonio Nóbrega e em 2010 gravou seu DVD “Naturalmente”, além de fazer parte de seu novo espetáculo “Lua” em homenagem  a Luiz Gonzaga. Em 2012, foi convidado a acompanhar a cantora Fabiana Cozza no espetáculo “70 Anos de Clara Nunes”. 

 

Luciano Fagundes é músico e dançarino. Atuou nos espetáculos “O Marco do Meio Dia”, “Nove de Frevereiro” e “Passo” de Antonio Nobrega apresentando-se em Portugal, França, Alemanha e todo o Brasil. Criador do grupo “Boizinho Faceiro”. Integrou a Orquestra Jovem Brasileira de Percussão “Zabumbau”, com a direção de Gabriel Almeida, coreografia de Rosane Almeida. Em 2007, juntamente com o músico Leonardo Gorosito, criou a “Cia Solar de Criação Artística”. Através da lei de incentivo à cultura de Curitiba a Cia montou o espetáculo “Encantaria do Reino”. Em 2009 e 2010, ministrou a oficina “Jouons et Dansons le Brésil” em Saint Jean de Sixt na França. Atualmente integra a Cia Antonio Nobrega de Dança e é professor de percussão no Instituto Brincante.

 

Lucilene Silva é educadora musical com formação em Canto Popular e pós-graduação em Música Brasileira; desenvolve desde 1998 pesquisa e documentação de Cultura da Criança, Música Tradicional da Infância  e Cultura Brasileira no Brasil e América Latina; coordenadora do Centro de Estudo e Irradiação da Cultura Infantil e Centro de Formação do Educador Brincante da OCA- Escola Cultural; responsável pela redação e partituras no livro “Brincadeiras para Crianças de Todo o Mundo”, 3D3 ; cantora e produtora nos CD’s “ Abra a Roda Tindô-lê- lê” e “Ô Bela Alice” produzidos pela pesquisadora Lydia Hortélio. 

 

Luis Zanetti é músico formado no “The San Francisco Orff course”- EUA. Estudou percussão com Miriam Cápua, Dinho Nascimento, Fernando Barba (criador dos Barbatuques) e mestres da cultura popular como Valter França e Shacon Viana. Atualmente, estuda com Ari colares. Atua como diretor artístico, percussionista, e compositor do Núcleo Batuntã. É percussionista da Banda Ladainha, integrante do grupo Ayer e professor de percussão do Instituto Brincante. Criou e dirigiu os espetáculos "Britadeira" e "Em obras" (com participação dos Barbatuques), apresentados pelo Núcleo Batuntã. Gravou com artistas como Fernanda Porto e Palavra cantada.

 

Lydia Hortélio é educadora. Nasceu em Salvador em 1932 e passou a infância em Serrinha, no sertão baiano. Possui formação musical em: piano, educação musical e etnomusicologia. Dedica-se ao ensino e à pesquisa da música brasileira e da cultura infantil.  Fez estudos no Brasil, Alemanha, Portugal e Suíça. Participa de vários projetos de educação, buscando favorecer a inteireza e o movimento da criança, dentro do seguinte espectro: música, cultura infantil, identidade cultural e educação. Realiza cursos, oficinas, palestras e exposições no Brasil e no exterior. 

 

Marcelino Freire é escritor. Nasceu em 1967, em Sertânia, PE. Viveu no Recife e, desde 1991, reside em São Paulo. É autor dos livros “Angu de Sangue” (Ateliê Editorial) e “Contos Negreiros” (Editora Record – Prêmio Jabuti 2006), entre outros. Em 2004, idealizou e organizou a antologia “Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século” (Ateliê). Alguns de seus contos foram adaptados para teatro. Participou de várias antologias no Brasil e no exterior. Criou a "Balada Literária", evento que, desde 2006, reúne escritores, nacionais e internacionais, pelo bairro paulistano da Vila Madalena. É um dos integrantes do coletivo EDITH, pelo qual lançou, em julho de 2011, o livro de contos “Amar É Crime”. 

 

Mariana Fagundes é musicista formada na Escola de Musica e Belas Artes do Paraná. Seu contato com a Música Popular veio a partir de sua vivência no Instituto Brincante. Participou do Espetáculo “O Marco do Meio-Dia”, de Antônio Nóbrega, no qual realizou turnês pelo Brasil e Europa no período de 2000 a 2002. De 2002 a 2004, integra como percussionista o Grupo de Percussão Jovem Brasileira “Zabumbau”, sob a direção musical de Gabriel Almeida e direção artística de Antonio Nóbrega. Em 2007, participa do Espetáculo “Nove de Frevereiro” de Antonio Nóbrega, resultando na gravação de CD e DVD, da qual também participou. Em 2012, fez a direção musical e atuou como musicista no espetáculo Infantil “A Pimenta do Reino”.

 

Matheus Prado é percussionista e arte educador. Formado em Licenciatura em música na Faculdade Santa Marcelina, lecionou no Colégio Giordano Bruno de 2008 à 2010 no ensino fundamental e hoje atua como professor particular.  Atualmente, faz parte, como percussionista, de grupos atuantes na cena cultural como Projeto Coisa Fina, Garotas Suecas e o núcleo Barbatuques.

 

Michelle Rodrigues é dançarina e percussionista. Desde 2000, desenvolve um estudo acerca da cultura popular brasileira. Nesse mesmo período, iniciou seu trabalho como arte educadora em Instituições, escolas filantrópicas e posteriormente nos CEUS Alvarenga, Campo Limpo, Casa Blanca e Grajaú. Fez parte, como percussionista, dos grupos Candiarte, Arte e Defesa Angola e Cultura Popular. Em 2007, verticalizou sua pesquisa dentro do curso de Formação de Jovens Brincantes, participando da montagem de dois espetáculos, além de integrar o Núcleo Pedagógico do Instituto Brincante. Atualmente, integra como percussionista o grupo Mucambus de Raiz Nagô, o grupo Bloco de Pedra e a Cia Antonio Nobrega de Dança, como dançarina. 

 

Rosane Almeida é  atriz, dançarina, educadora e fundadora - juntamente com Antonio Nobrega - do Instituto Brincante. Estudou arte circense  entre 1983 e 1993 no Circo Escola Picadeiro, em São Paulo,  na Escola Superior das Artes do Circo, em Châlons-sur-Mane, na França, e na Scuola e Teatro Dimitri, em Versio, Suíça. À sua formação circense somou estudos e atuações em dança, teatro e música, numa constante investigação das manifestações populares brasileiras. Participou da concepção e como atriz-dançarina dos espetáculos “Brincante”, “Segundas Histórias”, “Na Pancada do Ganzá”, “Madeira que Cupim Não Rói” e “Passo” de Antonio Nobrega. Em 2012, criou e dirigiu o espetáculo Amado em homenagem aos 100 anos de  Jorge Amado. 



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